Hoje não tem título, pronto!
Cá estou eu de novo, depois de um longo tempo.
E... Estou lendo um livro! Uau! Eu tinha acabado de ler A Moratória no último post, né? Bom, realmente já faz um tempo. Mas eu tô com algo que a senhora Cásper mandou, outra vez. Depois desse só vão faltar mais dois, yeah! E agora só falta mais um filme!
Façam suas macumbas para que eu esteja inspirada para a redação no dia, como eu estou pra falar ladainhas hoje!
Bom. O livro é extremamente interessante. É um romance que se passa em Moçambique, infelizmente ainda não descobri a época exata. Sei que é após a guerra, depois de já se ter acabado o governo comunista. Então deve ser lá pra década de 80 ou 90, né? Não, eu não tenho toda essa cultura. Quer dizer, considerando que eu agora sei dessas coisas, eu tenho. Mas não tinha até...Anteontem, quando fui lá na Wikipédia pesquisas sobre a cultura de Moçambique. Interessante. Vou até voltar lá pra não começar a dizer besteira aqui.
"Depois de uma guerra de libertação que durou cerca de 10 anos, Moçambique tornou-se independente em 25 de Junho de 1975, na sequência da Revolução dos Cravos, a seguir à qual o governo português assinou com a Frelimo os Acordos de Lusaka. A seguir à independência, com a denominação de República Popular de Moçambique, o país seguiu uma política socialista, que teve que abandonar em 1987, quando foram assinados acordos com o Banco Mundial e FMI; esta mudança foi, em parte, resultado da guerra de desestabilização que o país sofreu entre 1976 e 1992."
http://pt.wikipedia.org
Há! Mais fácil assim. Complementando, Moçambique era uma colônia de Portugal. Portanto, a língua oficial é o português, mas só 6% utilizam-a no dia-a-dia. Antes disso, haviam vários Estados bantus - acho que você deve ter ouvido falar desse povo - com seus impérios. Voilá, eles conseguem a independência, viram socialistas e depois se juntam ao resto das neocolonias. Acho que a história do livro é bem recente.
Continuando, o enredo é interessante. Soldados da ONU começam a explodir. O narrador é um tradutor que tem que acompanhar um cara italiano... No meio tem feiticeira, tem crítica ao descaso das potências em relação à África, quando não tem europeu envolvido... Bem, bem bacana.
E eu vi um filme bom ontem também. Se bem que eu acho que sou uma das poucas pessoas que deve ter gostado dele. Porque pô, feriado chuvoso e uma pá deles disponíveis na locadora é meio esquisito. Sem falar que eu lembro que ficou pouquíssimo tempo em cartaz no cinema.
V de vingança.
Segundo fui informada, se tratava de uma história em quadrinho. Um justiceiro luta contra uma Inglaterra futurista, onde o regime predominante é absolutamente autoritário. Existem câmeras em todos os lugares, toques de recolher todos os dias, e mentiras descaradas do governo na imprensa. Coisas que aparecem depois caos. Foi interessante o que eles colocaram no "recheio temporal", como eu quis chamar. Sabe? Você faz um filme futurista, e muitas vezes não coloca o que aconteceu entre o presente e aquele futuro. Pois é, eles colocaram. Bem simples até: a guerra do Iraque chegou no território dos EUA, e logo depois na Inglaterra. O resto não faz bem eu revelar porque é justamente esse tipo de surpresa que torna o filme interessante.
Meu namorado achava que o V era bicha. Bom, eu ia adorar ter uma bicha dessas em casa. O cara lutava espada, tinha reflexos de homem-aranha, falava francês, tinha um sotaque britânico impecável assim como sua cultura e romantismo. Romantismo no sentido de saber de cor falas de Shakespeare e Fausto, claro. Não ouve caso de amor. Só no finalzinho, que foi uma das únicas coisas do filme que eu gostei. O clássico "não morra por favor, eu te amo", beijo por cima da máscara, e assim vai.
O interessante é a política do filme. Frases marcantes, do tipo "People shouldn't fear their government. Governments should fear their people", fazem pensar. O interessante é quando até mesmo crianças passam a adentrar o movimento.
Fora o jeito que o cara mata, deixando uma rosa supostamente extinta com as vítimas. Genial.
Ah, esqueci de mencionar. A atriz principal é uma moça que é salva pelo cara e acaba salvando-o depois. E assim vai.
Assista =] Eu recomendo. Apesar de minhas recomendações não serem SEMPRE recomendáveis.
Sabe, tô a fim de pedir pra essa galera toda que faz parte desse blog me dar autorização pra monopolizá-lo. Me nomear primeiro cônsul, ou algo do tipo. Juro que não vou ser imperialista.
Sem graça, né meu?
Ah, acho que vou acabar por aqui. Posts longos dão orgulho, mas dão sono.
E... Estou lendo um livro! Uau! Eu tinha acabado de ler A Moratória no último post, né? Bom, realmente já faz um tempo. Mas eu tô com algo que a senhora Cásper mandou, outra vez. Depois desse só vão faltar mais dois, yeah! E agora só falta mais um filme!
Façam suas macumbas para que eu esteja inspirada para a redação no dia, como eu estou pra falar ladainhas hoje!
Bom. O livro é extremamente interessante. É um romance que se passa em Moçambique, infelizmente ainda não descobri a época exata. Sei que é após a guerra, depois de já se ter acabado o governo comunista. Então deve ser lá pra década de 80 ou 90, né? Não, eu não tenho toda essa cultura. Quer dizer, considerando que eu agora sei dessas coisas, eu tenho. Mas não tinha até...Anteontem, quando fui lá na Wikipédia pesquisas sobre a cultura de Moçambique. Interessante. Vou até voltar lá pra não começar a dizer besteira aqui.
"Depois de uma guerra de libertação que durou cerca de 10 anos, Moçambique tornou-se independente em 25 de Junho de 1975, na sequência da Revolução dos Cravos, a seguir à qual o governo português assinou com a Frelimo os Acordos de Lusaka. A seguir à independência, com a denominação de República Popular de Moçambique, o país seguiu uma política socialista, que teve que abandonar em 1987, quando foram assinados acordos com o Banco Mundial e FMI; esta mudança foi, em parte, resultado da guerra de desestabilização que o país sofreu entre 1976 e 1992."
http://pt.wikipedia.org
Há! Mais fácil assim. Complementando, Moçambique era uma colônia de Portugal. Portanto, a língua oficial é o português, mas só 6% utilizam-a no dia-a-dia. Antes disso, haviam vários Estados bantus - acho que você deve ter ouvido falar desse povo - com seus impérios. Voilá, eles conseguem a independência, viram socialistas e depois se juntam ao resto das neocolonias. Acho que a história do livro é bem recente.
Continuando, o enredo é interessante. Soldados da ONU começam a explodir. O narrador é um tradutor que tem que acompanhar um cara italiano... No meio tem feiticeira, tem crítica ao descaso das potências em relação à África, quando não tem europeu envolvido... Bem, bem bacana.
E eu vi um filme bom ontem também. Se bem que eu acho que sou uma das poucas pessoas que deve ter gostado dele. Porque pô, feriado chuvoso e uma pá deles disponíveis na locadora é meio esquisito. Sem falar que eu lembro que ficou pouquíssimo tempo em cartaz no cinema.
V de vingança.
Segundo fui informada, se tratava de uma história em quadrinho. Um justiceiro luta contra uma Inglaterra futurista, onde o regime predominante é absolutamente autoritário. Existem câmeras em todos os lugares, toques de recolher todos os dias, e mentiras descaradas do governo na imprensa. Coisas que aparecem depois caos. Foi interessante o que eles colocaram no "recheio temporal", como eu quis chamar. Sabe? Você faz um filme futurista, e muitas vezes não coloca o que aconteceu entre o presente e aquele futuro. Pois é, eles colocaram. Bem simples até: a guerra do Iraque chegou no território dos EUA, e logo depois na Inglaterra. O resto não faz bem eu revelar porque é justamente esse tipo de surpresa que torna o filme interessante.
Meu namorado achava que o V era bicha. Bom, eu ia adorar ter uma bicha dessas em casa. O cara lutava espada, tinha reflexos de homem-aranha, falava francês, tinha um sotaque britânico impecável assim como sua cultura e romantismo. Romantismo no sentido de saber de cor falas de Shakespeare e Fausto, claro. Não ouve caso de amor. Só no finalzinho, que foi uma das únicas coisas do filme que eu gostei. O clássico "não morra por favor, eu te amo", beijo por cima da máscara, e assim vai.
O interessante é a política do filme. Frases marcantes, do tipo "People shouldn't fear their government. Governments should fear their people", fazem pensar. O interessante é quando até mesmo crianças passam a adentrar o movimento.
Fora o jeito que o cara mata, deixando uma rosa supostamente extinta com as vítimas. Genial.
Ah, esqueci de mencionar. A atriz principal é uma moça que é salva pelo cara e acaba salvando-o depois. E assim vai.
Assista =] Eu recomendo. Apesar de minhas recomendações não serem SEMPRE recomendáveis.
Sabe, tô a fim de pedir pra essa galera toda que faz parte desse blog me dar autorização pra monopolizá-lo. Me nomear primeiro cônsul, ou algo do tipo. Juro que não vou ser imperialista.
Sem graça, né meu?
Ah, acho que vou acabar por aqui. Posts longos dão orgulho, mas dão sono.

2 Comments:
marina tambem eh cultura
xD
(vagabundo porem... ah, porem alguma outra coisa aew na kual eu nao consigo pensar agora! =P)
O livro parece interessante =b , tantos livros pra ler , tantos vestibulares proibindo Xb
Sobre o V de Vingança , sim é adaptação dum quadrinho e tá fazendo MUITO sucesso , mesmo nas locadoras , ficou 2 meses seguidos (se é que já saiu) como o filme mais alugado numa locadora daqui de São Carlos e o personagem foi até fantasia na Meta a Morfose (festa daqui). Quero assistir logo o filme =b ... mas assim como livros , também tenho diversos filmes para assistir e pouco tempo. Te recomendo um também , é divertido e antigo , Horizonte Perdido ^^".
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