Monday, October 02, 2006

Vamo que vamo!

Olá! Cá estou eu, no bloco de notas, com a pulseirinha da forma e trancinhas no cabelo. Escutando música também. Na realidade, não sei qual vai ser o efeito disso, já que nunca faço coisas concentradas ouvindo música, tipo estudar ou...escrever.

Li A Moratória e Sagarana mês passado. O segundo eu adorei! Mesmo sendo cheio de parágrafos inteiros que eu não entendia... É realmente uma obra prima. E eu não tenho conhecimento o suficiente pra dizer mais nada...
Agora, quando ao segundo, achei um pé no saco. Tá, é interessante. O drama de uma família tradicional chefiada por um barão do café na época da quebra da bolsa que está perdendo a fazenda. Ok, é legal saber como a galera se comportava. E é legal também o modo como o cara que escreveu vai e volta no tempo sem criar confusão.
Mas eu achei chato, mesmo assim. E lí muito rapidinho, o que o torna mais chato ainda.

Agora, quanto à minha viagem...

Não vou expressar palavrões.

Em primeiro lugar, afirmo que não é o inferno de portas abertas, ou o paraíso das drogas como se afirma por ai. Ao menos não na época em que fui. Só tive contato com o álcool e vi um nego com cara de quem tinha tomado bala. UM. De resto, tava todo mundo super numa boa. Não fui assediada sexualmente, só verbalmente graças aos deuses. Se tiver estado perto de algum problema, fugi dele.
Dancei horrores. Sim, funk e aché. Fiquei até com dor nos joelhos e nas costas. Eu ia perguntar como aquele povo do axé não fica com o joelho estourado, mas o grande Fernando já me explicou que é porque eles só tem sinapses relacionados aos movimentos mecânicos. Tá explicado, se eu fosse assim num tava aqui escrevendo.
O tempo estava péssimo. Ai de quem ficou agourando minha viagem, porque só fez 3 dias de sol. Num deles eu estava chegando, no outro eu tostei até ficar bastante petista, e no outro eu estava num maravilhoso parque aquático ecológico. Aliás, essa última parte foi a melhor da viagem.

O clima da bahia é interessantíssimo: lento.

Ah, escrever não tem graça.

Escrevamos sobre as eleições:

O Prona vai se dissolver. TOMA!

E o collor foi eleito. O Collor e o Maluf.

Acho que vou botar minha avó morta como candidata também. Pelo menos se ganhar num rouba.

Vou ficar por aqui hoje. Perdi o saco. Pode ser que a música tenha atrapalhado..


Aaahh não. Vamos falar de filme antes.

Efeito borboleta 2. Parece que sem o cara do primeiro, o brilho do filme foi embora. Além do que, todo mundo sabe que quando você repete o drama pela segunda vez, ele perde um poucão da graça. Por exemplo, todo mundo já sabia que ele ia se ferrar cada vez mais. Fora o fato de que houveram cenas totalmente descartáveis, do tipo uma em que ele acorda de uma maneira totalmente homossexual.
Fraquinho, fraquinho. Não que seja ruim... Só é o tipo de filme que vale mais a pena assistir na sessão da tarde.
Não gostei da fotografia. Sim, apesar de não entender do assunto, eu reparo muito nessas coisas. Não gostei e pronto.
A direção não estava ruim, ao que tudo indica.
Mas num assista não. Veja sei lá, Dama da Água... Eu ainda não vi, também.

Até!

1 Comments:

Blogger Rafael Sotero said...

Dama na água é bonitinho, mas é um pouco frustante. Ainda assim vale a pena assistir. Talvez não no cinema (se bem que isso depende da companhia).

Tue Oct 10, 04:00:00 PM 2006  

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