Atenção! Isso não é uma poesia.
É um pseudopoema.
E eu não acho que seja bonito. Não publico coisas bonitas. Publico porque sinto vontade. Como meu cérebro tá se recusando a trabalhar hoje, e o ambiente está contribuindo para tal, vou colar algo do meu arquivo pessoal. Ficou meio assonante isso né?
Bom, dane-se.
Aí vai.
de 1 de maio de 2006.
Não hei de crer em promessas,
Não hei de me apaixonar por palavras
(e achar que existe paixão através delas.)
Não hei de transformar o futuro em reflexão do passado -
Minhas idéias são energias do presente que transformarão absolutamente tudo.
Hei de viver o presente,
Hei de ter paixão sim - nas pequenas coisas.
Hei de pensar no futuro quando o futuro chegar
E de me compromissar apenas com os compromissos que me valham presente.
Hei de amar,
Mas só depois de ter aprendido a amar meus talentos.
Hei de achar talentos,
Mesmo que todos os talentos passem a eternidade somando-se para formar algo inumerável e incomparável.
Ei de crer que não é só porque não se sente, não se vê, não se cheira e nem se entende, que não existe.
Hei de crer que apesar de tão pequenos, são todos enormes e complexos.
Hei de crer que a probabilidade é infinita. SEMPRE.
Hei de crer que o passado me molda, e nem toda moldura prende.
Hei de crer que não sou quadro, nem filme.
Sou a décima terceira arte.
Hei de crer que não sou quadro. Sou vida.
Hei de crer que vida não é crença.
Vida...vida é vida!
Vida é movimento
Nem que esse movimento seja condicionar o próprio movimentar.
Nem que esse movimentar seja aprender a parar na hora certa.
Nem que expressar palavras não expresse absolutamente nada,
Porque eu quero uma vida de loucuras
E quero uma vida longa.
Longa vida, longas loucuras
longo amor, longos raciocíneos
Que a extensão do infinito não torne finito o tempo de vida;
que a loucura saiba dar razão ao racional,
que o racional saiba dar moldes à loucura.
Eia! 'Bora viver.
E eu não acho que seja bonito. Não publico coisas bonitas. Publico porque sinto vontade. Como meu cérebro tá se recusando a trabalhar hoje, e o ambiente está contribuindo para tal, vou colar algo do meu arquivo pessoal. Ficou meio assonante isso né?
Bom, dane-se.
Aí vai.
de 1 de maio de 2006.
Não hei de crer em promessas,
Não hei de me apaixonar por palavras
(e achar que existe paixão através delas.)
Não hei de transformar o futuro em reflexão do passado -
Minhas idéias são energias do presente que transformarão absolutamente tudo.
Hei de viver o presente,
Hei de ter paixão sim - nas pequenas coisas.
Hei de pensar no futuro quando o futuro chegar
E de me compromissar apenas com os compromissos que me valham presente.
Hei de amar,
Mas só depois de ter aprendido a amar meus talentos.
Hei de achar talentos,
Mesmo que todos os talentos passem a eternidade somando-se para formar algo inumerável e incomparável.
Ei de crer que não é só porque não se sente, não se vê, não se cheira e nem se entende, que não existe.
Hei de crer que apesar de tão pequenos, são todos enormes e complexos.
Hei de crer que a probabilidade é infinita. SEMPRE.
Hei de crer que o passado me molda, e nem toda moldura prende.
Hei de crer que não sou quadro, nem filme.
Sou a décima terceira arte.
Hei de crer que não sou quadro. Sou vida.
Hei de crer que vida não é crença.
Vida...vida é vida!
Vida é movimento
Nem que esse movimento seja condicionar o próprio movimentar.
Nem que esse movimentar seja aprender a parar na hora certa.
Nem que expressar palavras não expresse absolutamente nada,
Porque eu quero uma vida de loucuras
E quero uma vida longa.
Longa vida, longas loucuras
longo amor, longos raciocíneos
Que a extensão do infinito não torne finito o tempo de vida;
que a loucura saiba dar razão ao racional,
que o racional saiba dar moldes à loucura.
Eia! 'Bora viver.

1 Comments:
Desculpa a falta de comentar , você não avisa quando atualiza =b.
Muito legal o texto , mas não concordo , vida não é movimento , existem seres imóveis que são vivos.
Vida é simples , uma doença hereditária e mortal!!!
Te adoro , ok ?
Post a Comment
<< Home